O Dia Filipe Comeu Tudo (Portuguese Edition)


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Registarei apenas a Xoti cia histurica e letjisluriiti da histrm-rao pnldiva , do nosso lamentado colegs i f p. Mas, esse sou magmfico livro basis para o levantar nos escudos dsi i'anm. Deveni possui-lo todos os que estudam ascou- sas patrias e cspecialmonte os eclesinsticos. Xslo estou a i'azer reclame. A par das cbras nacionais, ha outras estrangeiras, devidas principalmente aos viajantes europeus que vieram A India em diferentes epocas para variados fins, como o holandes Linschotten, 0 maritimo Hawkins, sobrinho do grande Hawkins, companheiro de Drake, que esteve na corte do cdlebre imperador mogol Jehangir, de quem foi intimo e obteve grande pro- tec jao, da qual tirou extraordinarias vantagens, ao invez da imprudente perseguigao que em Surrate lhe moveram os portugueses, — Sir Thomas Roe, Newberry e Ralph Fitch, — Manucci, Carreri, Ber- nier e Fryer, medicos,— Tavernier e Thevenot, joa- lheiros— Terry e Ovington, eclesidsticos, — Herbert outro maritimo,— Mandelso e Pietro della Valle, no- bres, — Pyrard, c taotos cujas relagoes de viagem estao hoje ao alcance de todos, gragas a empresas-vulgariza- doras, como a conhecida Hakluyt Society , de Londres, e outras.

Sfto extremamente curiosas essas relagoes, muitas demostran'do larga observagao e boa compre- ensfio das cousas, — e porisso, ao passo que lan gam muita luz sobre as epocas a que respeitam, servem para corrigir as crdnicas indigenas, que, estando traduzidas em linguas europeias, sobretudo a inglesa, tem de ldr-se cum grano salts, jd pela propositada omissSo de suces- sos dignos de memdria, que desonrariam certos sop- ranos, — ja pelas amplificagoes que nelas pululam; nem outra cousa se podia esperar desde que — falo dos gran- XXIII des reinados — alguns imperadores, como Babar e Je- hangir, deixaram as suas auto-biografias, — outros, co- mo Humayun e Akbar, fizeram escrever seus feitos por secretdrios particulares ou sujeitos estipendiados, que tinham de submeter os seus escritos a real com- plac6ncia.

Depois, no reinado de Selim, que sucedeu no tr6no a seu pai, assumindo o pomposo titulo de conquistador do mundo , que outra cousa nao significa a palavra Jehangir , os nossos mis- siondrios conseguiram ainda baptizar quatro sobrinhos do monarca e ver gravadas nas portas do encantador paldcio da magnificente Lahore as effgies de Jesus Cris- to e da Virgem Maria. Mas, porque o filho de Akbar, cuja feroddade era tal que os sentenciados por crime de roubo eram mandados lanqar aos caes, e as mulheres que tivessem ofendido o decdro eram enterradas vivas atd aos braqos, queria o cristianismo?

Entrettnha-se em banquet os ltixuosos o dissipava as noites cm or- gias babildnieus. So a crista — responderam —. Pois facamo-nos todos cristaos, bradou file vontente! De resto, para os principes mogois a religiao era uina cousa indiferente, considcravam-na como nm assnnto de especulaijoes filosoficas, e, neste particular nao estabelcciam diferenQa alguma entre os seus vassa- los. Kstavam ainda longe, infelizmente bem lohge deste pensamento politico de largo alcance, os nossos herois c missionaries, dominados pela intolerSneia religiosa, sem rctlcctirem nos cfeitos provaveis da violenta campanha de externunio einpenhada contra as religioes orientais — , sem pensarem que a propa- ganda catdlica desta arte se desviava da verdadeira concepqao do cristiniasmo, do alto valor filosdfico e moral das doutrinas do amoravel e divino Jesus.

Os resultados regista-os a histdria. Ksta grandiosa tarefa otava destinnda a um pud it vigoroso, quo igualmento dispnsesse de iuteligeiicias de vontades e de rerursos pecuniarios. Os dnminantes da vasta peninsula indostanica, npds longus trabalhos agrnpndos e uniticados, nan dispersivos e isolados, sempre primorosamente remnnerados, tern recolbido tesonros de saber arena da India. Pcsliando e perquirindo, conm urn pacieutc anato- mista. Todos esses trabalhadores, diuna sdlida instruqao e rara tenaeidade, tem apurado e deslindado o que ha sobre a India antiga e medieval, uns explorando as multipiices fontes de investigaqao, outros reconstruin- do e galvanizando sobr.

Quern sabcria alids que Goa, a famosa e dilecta porqao do Parasurama Kshetra, f6ra assinalada em pristinas epocas? Quem, a nao ser os tradutores das antigas obras indianas, nos daria a descrigao de Sindhabur ou Sundapur, da famosa Goa hindu e maometana? Com nao menor dcsvelo tern os indianistas ioglescs procurado estudar as particularidades da supremacia portuguesa, a mais antiga entre as nagbes europeias, nos mares e terras da India. Danvers, superintendente dos arquivos da India Office em Londres, para examinar os arquivos de Lisboa e Evo- ra, onde o laborioso investigador encontrou opima colheita, de que deu uma sumula no seu relatdrio jd impresso, acrescentando uovos subsidios, — a notavel obra do mesmo funciondrio, intitulada The Portuguese in India etc.

Ndo me alongo nestc vasto assuuto, que era o ca- pitulo obrigado dos meus relatdrios oficiais ao govbrno provincial, todos do dominio publico, quando dirigi a nossa biblioteca nacional, onde, ao sair, deixei uma rasodvel livraria indiana, de que tenho visto, com sa- tisfajlo, auEerirem proveito os cstudiosos. Tfto ampla e a materia que serA necessario um volume para a so menqao das obras aeorea da histbria da India Portuguesa.

O sou MS. Mo ser um e. Pangim, 29 de Agosto de Me I'oleni ao S. Confina ao N. Posterior- mente o nome Govern ou Godrn estendeu-se a todo o territdrio que constitue a provincia de Goa. A populagao do pais, segundo o censode , e de E quanto a proceduncia e uaturalidade, coranreen- de, aldm dos nativos, os europeus, os descendentes destes, estabelecidos no pais, e poucos estrangeiros.

Eram primitivaraente quatro : a brdmane on sacerdotal, a kxalriya on militar, a viixya ou agrico- lo-comercial e a pr. Segundo o censo ingles de , haao presente na India 2, castas principals, al6m de nu- merosas sab-castas. Os cristaos, a-pesar-de seculos da sua conversao, ainda nao se desprenderaiu de todn das castas dos seus antepassados. A lingua vernacula e o concani. Os Hindus culti- vam tambera o tuarata e os raaorae- tanos o urdu ou Hindustani.

Ac- tualraente e tarabern inuito cultivado o ingles, devido as necessidades da eniigrayao. Antes de entrarmos ua Histdria de Goa convera, para a sua raelhor inteligencia, dar uraa- nor-iio snrad. J5ste reino nmito antigo, ocupava, no sal do Decao, o territorio correspondente A parte ocidental de Maissor Mysore e, na base dos Oates, toda a costa do Canard. A sna capital era Banavasi ou Vaijayanti, que Hcava ao norte do Maissor, nas margens do Tunga-bltadra. A dinastia reinante, provdvelmente de origem ariana, cognomina va-se Kadamba.

Os Kadambas reinaraiu cmno indepeudentes ate os fins do seculo VI, em que to ram subjugados pelos Ohalukyas. No seu vasto ter- ritdrio eratn faladns algmuas lingnas, sendo a principal a cauaresa. Da dinastia de Banavasi nasceu um ramo, que e conhecido corao o dos Kadambas de Goa , dos quais trataremos no capitnlo segninte. Esta dinastia deu tres raraos: a os Chalukyas do ocidente, cuja capital era Vatapi, hoje Badami, no distrito de Bijapur; b os do oriente, com a sua capital era Vengui e depois era Rajaraandri, na costa oriental; e c os de Kalyani, que tinham por capital a cidade loste norae, hoje nos donnnios do Nizam.

Os reis raais notaveis da dinastia de Badarai foram Kirti-varman l. Pulakexin conquistou os Pallavas de Vengui era e nomeou vice-rei de Vengui seu irraao Vixnu- Vardhana, que era declarou a sua independence, fundando a dinastia dos Chaliikyas orientais. No caso de ser derrotado, perdia muito do seu prestigio, mas a So serin vassalo do vencedor, Se chegasse a cclebrar sacrificios desta ordem, o rei term o direito de destronar o proprio Indra e fazer-sc soberano do uni- verso e de todos os deuses.

Era portanto este sacrificio siual de independdneia e poder. Oonforme o Brahmam do Yajur Veda , abatiam-se, na ocasiSo da ceremonia do Axvamedha, nada menos de animais domesfci- cos, cavalos, touros, vacas, cabras etc, distribnindo-se as partes das reses por diversas entidades. A faoia do rei Chaldkya cliegou ate Persia, cujo rei, Khusru 2.

Em , estes ChaUikyas foram desbaratados pelos Eastrakutas ou Rattas, que lhes mataram o rei Kirti- varraan 2. Decorridos pouco mais de dois sdculos, o valoroso Chaldkya Taila ou Tailapa destronou em o rei dos Rastrakutas e reconstituiu o imperio, fixando a sua sdde em Kalyani, cujos principes ficaram sendo, dai em diante, suseranos dos Kadambas.

Estes siio os ChaUikyas de Kalyani, que reinavam ate Contempordueos dos Chalukyas eram os Rastraku- tas, ou Rattas, que ocupavam uma Os Rattas grande parte do territdrio mais tarde chamado Maharastra. A sua capital, que, ao principio, ticava no distrito de Nasik, foi depois transferida para a cidade de Malkhed, no pais do Nizam.

Aproveitando a ausencia do rei Chaldkya Kirti-varm i 2. Mas, corao jd vimos, o Chaldkya Tailapa, de Kalyani, dois sdcu- los depois, venceu os Rattas e trouxe os Kadambas sob a sua suserania. Um dos seus ramos veio do norte para o DecSo, e es- tabeleceu-se no pais do alto Godaveri, donde Bhilla- na, sen primeiro rei, conseguiu eonquistar algumas terras aos Chaliikyas. Nestas alturas aparecem na histiiria do DecSo dois novos Estados : o hindu de Vijayanagar e o naao- inetano dos Bamanidas.

Esta dificil e. Nos princ'pios do sec.

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Um dos sens sucessores foi Narasinga, de cujo norae os antigos jportugueses chamaram a este Estado o retno de Nursinga. Krixna Deva-RAiya. Foi o primeiro reino maometano que se fundou no Decao, seodo conhecido na histdria como o sultana - to dos Bamanidas. Esta Ultima variante 4 hoje rejeitada oorao iucrfvul e falsa, e nAo tem apoio nas raoedas nem nas inscriqSes. Daqui a designajao de Gauda-sarasnatas tomada por esses brAmanes.

Conforme essa lenda, eles seriara, pois, de origem ariana. Pela simples vista de GovA-puri fica desbruido qualquer pecado cometido na existencia anterior, como a escuridao que desaparece ao nascer do sol. Ate o voto de tomar urn ban ho em GovA-puri e bastante para se adqnirir uma situayao elevada noutra vida. NAo ha certamente ontro kxetra que se possa comparar a Gova-puri, onde se encontram muitos bramanes profundamente versados nos Vedas e Vedangat, e onde todos os bramanes sc dedicam aos seis karmas e trazem Nubjugadas qs paixoes por meio de mantras, hervas, penltencias e yoga," — Suta-Sdhita, cap.

Foi cognominado Vat] mart por ter sido um insigne cajador de tigres. Diz-se ter conquistado, alew de alguns rein os prdximos, a ilha de Ceilao, aprisionando os seus principes. Jayalcexi l. Pretendia ter conquistado os Alupas, Cholas e outros povos. Entre os gregos era provavelmente conhecida, segundo uns, pelo no- me de Nelkinda, segundo outros, por Tyndis ou Trieadiba Insula ; e entre os drabes e persas era denominada Kawe e Sindabur. Elevada k capital do vasto impdrio dos Ka- P Idem, pag. A mestna trad ,0 foi publicada tambem, h 8 ponco, no jornal A Epoea de Lisboa, pelo no?

Gustavo Coubo. Heraldo, de 25 de A ril Alguns dos seus grandiosos edificios ainda estaram de p6 quando os portugueses entraram em Goa, mas hoje nem se encontram sequer vestigios. A Jayakexi sucedeu seu filho Vijyaditya l. Sketch, p. A cidade de Goa ressurgiu em poucos anos e atin- giu a sua antiga prosperidade no reinado doe filhos e sucessores de Jayakexi 2.

Depois da inorte de Xaxta-deva 2. Em uma das suas emprezas. Nesta dpoca surgiu na India um novo poder, que veto suplantar os maometanos. Madhava encorporou a cidade nos dominios do seu soberano, governou-a durante o tempo etn que nela viveu , e restabeleceu o antigo templo de Saptanatha ou Sapta-Kotesvar, que havia sido des- truido pelos mussulmanos.

O templo de Saptanatha ou de Sapta-Kotesvar, nome quese deu a Siva, era situado na aldcia de Naroii, da ilha de Divur, fun- dado ein tempos imemoriais pelos Sapta-Riskis ou sete sabios. Conta-se que, ernqnanto os Saptu-Rishis se ocupavam nas suas devogdes, numa regiiio subterranea Rasa tala , uma grande ser- pente veio inter romper- Ih'as, cotnpelindo-os a ir para as margens do Pancha-Ganga oil a ailneucia de cinco rios, em Xarou, para glorificar a Mahcsvara. Foi is to no mfs fie Sravana agosto- seteinbro.

Desde eutao idea deram-lhe o nome de S 'apta-kotesvara oil Saptanatha. Uto 6, senhor dos sete sabios.


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Kate templo foi vitirna da intoierancia roligiosa dos maome- tanos, que o destruirain no govOrno dc Malic-Tubliga ; sendo, pouoo. Nflo estii ainda assentc a data da construgfto desta cidade, hoje em ruina. Outros fixani o referido ano de , em que Goa adquiriii a independence, e liouve. Do vellio templo niio rests vestigio algum; mas o local c conhe- cido com o uomc de vellio Naroa.

Uma grande feira se realiza annalmen- te pela festa de Gokul-Astami , em honra de Krisna, no 8. Os hindus de Ooa creem que neste dia o Bilva on Bel jEgle marmelos , planta consagrada a Siva, surge, repentinameote. Indian Antiquary , vol 3. Finalmeute, ha quem a refira ao ano de , em que alguus maorae- tanos, escapando duma conjuraqfto, vieram de Onor, comandados por Malik-Hussen, buscar abrigo em Goa, 19 anos antes da chegada de Vasco da Gama a India oil 40 anos antes da couquista portuguesa.

Repelidos nas suas vdrias tentativas, nao abandonaram o seu projecto de conquistar Goa e reivindicar o direito da sua antiga soberania neste pais, donde tiuhaui side expulsos inn Em Muhammad Shah 3. Os habitautes de Goa, reccaudo o perigo que os aineatjava, lizeram causa comum com os vizinhos para repelir o ataque e apressaram-se a guarnecer as passagens montanhosas, que defendiam o pais aberto. Gawan atravessou os Gates, sitiou e tomou a fortaleza de Kelna, reputada inexpugiuivel, e, com o exercito vitorioso, marchou em seguida sftbre Goa.

Uma I'rota de navios apareceu ua foz do Mandovi e, colaboramio com a fortja, que atacava por terra, reduziu a cidade a extremos apertcs. Mas os habilantes ainda nutriam a esperanqa de recobrar o dominio Hindu. Em Vikrama, raja de Belgao, instigado pelo rei de Bisnagar e, com o auxilio do raja de Bankapur, resolveu arranuar a cidade das miios dos inaometanos ; Muhammad Shah, porem.

O raja, surpreendido com esta inesperada invasuo, foi obrigado a ir acudirao sen dominio assaltado, e oferecendo a pass depois dutna resisleucia inutil, teve de abandonar para sem- pre o prqjecto da conquista de Goa. O rei no Bamanida completava agora o ciclo da sua maiur extensfio. Com a mira de ser melhor adminis- trado foi. Em Siva-Hajd, rei de Bisnagar. Esin circumslaneia proporcio- nou ensejo para os goveruadores tic difeientes pro viucias sc declavarem iudependentes da autoridade central ; e a desorganisaqfto nao se fSz esperar.

A primeira revnlta rebenton em Goa. Depois da morte do governador Najmiuldin, urn dos seus ofi- ciais, por notne Bahadur Khan Gillani, arvorou-se em soberano absoluto, estabclecendo a sua sdde num territdrio viziuho, e, ntio satisfeito com estes exorbitantes cometimeiuos, expcdiu uma armada coin a especial missile de pi ra tear no mar alto, abtiso que, em breve, lhe custoo a perda da prripria vida ; pois, tendo-se queixado dole a c6rte de Bedar o governa- dor de Guzerate, cnjos navios mercantes haviam sido assaltados e roubados nesta louea empress, veio despacliado dai um formidtivel exdrcito, que aba- foil a revolta e restaurou o sossego, sendo morto o olicial rcbolde em 1 t d.

O governo de Goafoientao entregue a Maliken-ul Mulk Gillani. A insubordinacao dos governadores das provincias, que, sucessivamente, se declararam independentes, e a falta de poder Governo de real, que os mantivosse obedientes e Bijapur ligados dinastia Bamanida, emhora ostensivamente, como o eram nos ultimns dias, foram as ca lisas do desmembratnento do reino maometano, que foi dividido em cinco principados distintos. Yusuf Adil Slu'i! Gste principe, nansportando-se para India, fora adoptndo por lawan, primeiro ministro do im- perador Bamanida.

Itlste aceitou-a de boa vontade e reconheceu a autoridade daquele so- berano. Refere-se que o rei de Bijapur, encantado com a situayfio da cidade de Goa, e apreoiando as vantagens do seu pdrto, residia aqui freqiieDteniente e que a escolhera, de p referenda, para faztr nela ura dia a sede do seu governo. Era um dos principals emporios do comdrcio ori- ental, para onde afluia gente de varias ray as e crenyas de diferentes partes da Asia pelo grande ntimero de navies, que concorriam de Meca, Aden, Ormuz, Oam- baia e Malabar ; e no seu porto vinhatn embarcar para Meca os peregrinos maometanos.

A sua opu- lencia e comercio florescentes obrigavam muitos prin- oipes orientals a proourarem a sua alianya e inante- rem relaqoes de amizade com o seu governo.

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A cidade, bem construida e iortificada, possuia vis- tosos e alinhados editicios, separados por excelentes ruas e prayas adornadas de jardins. Born Jesus. Aldm das porta3 da Alfiindega e do Arsenal, tinha esta muralha, no sitio da egreja da N. Entre os edificios que embelezavam a cidade, os mais notsiveis eram a mesquita principal e o mages- toso palAcio do Sabaio Adil Shah , que tinha es- plendidos saloes e espaqosos alpendres com colunas de madeira lavrada. M ins. Dilgaio, Gloss. Beta palavra tem dado in. Nilo faltavam casas de recieio e estabeleciraentos de in- diistria, distinguindo-se entre estes as ourivesarias, coni a reputagao das melhores da India.

Conforme Barros, so a cidade de Goa rendia a Adil Shah 5. Esta receita, pela maior parte, provinha dos direitos aduaneiros, principalmente do imposto que pagavam os cavalos importados de Ormuz k razao cie 2 libras por cabega. Afonso Henriqnes — D. Sanoho l. Afooso 3. Sancho 3. Afonso 8. Dioiz — — Toraada de Deuguiri por Alaaddin. Afonso 4. Pedro l. Joao l. Daarte — D. Afonso 5. Joao 2. Descobrimeoto da America — Bala da partilha — D. Manoel — — Chegada de Vasco da Qamn a Calicut. Goa per A1 bn- jerque.

Goa — D. Francisco de Almeida, l. Estes mouros, que haviam contribuldo para dilatar o imp4rio do Samorim, eram senhores do comercio P fiste pomposo titulo de Samudri-rajd, em sauBcrito rei do mar, em concani Somdiracho raeJ , em malajralam Sd- tnuri , depots significurtdo rei da terra e do mar, correspondia 4 sua BituajSo politics. Os vexames sofridos por Vasco da Gama foram terrivelmente punidos por este na sua segunda via- gem. Concluida a empresa do descobrinaento do caminho maritime da India e acolhido Vasco da Gama em Lisboa com o maior entusiasme, el-rei D. IVtrros, dec.

Pedro Alvares Cabral, que comandou a primeira destas esquadras, depois de ter, propositada ou casual- inente, descoberto o Brazil, surgiu era Calicut e com permissao do Sa- Primeiraafel- morim fundou nesta cidade uma fei- torias toria numa casa vasta, que tinha sido feitoria dos Chineses, chamada Chinacotcr, mas os mouros a destruiram logo, assassinando barbaramente o feitor Aires Correia e seus 49 corapsrtiheiros.

Aqui estabeleceram-se alguns dos oito religiosos francisca- p As nans que desde a forarn construidas para o com6rcio e conquista do oriente, foram e custaram mais de milhOes de cruzados ; e destas regressarara a salvamento ao pdrto de Lisboa apenas Maria Bordalo, 2. Henrique de Coimbra, se haviam transportado na armada, para implantar nestas paragens a doutrina de Cristo, sendo massacra- dos tres deles era Calicut ' , Cabral, tendo feito, aqui e em Cananor, grandes carregamentos de piraen- ta, canela, gengibre.

Joao da Nova, almirante da segunda armada, fun- dou em boa paz a feitoria de Cananor e descobriu as ilhas de Ascenqao e de S. Em Vasco da Gama chegou pela 2. Como a resposta do Samorim f6sse nega- tiva, bombardeou novamento Calicut e Ihe destruiu? Enterifieu que sd assim podia assentar nestas regioes a preponderance de Portugal e esmagar o orgulho dos irouros. Em vieram para a India tres armadas coman- dadas peloscapitfles Francisco de Albuquerque, Afonso de Albuquerque, o futiiro berdi da India, e Antdnio de Saldanha ; cada armada era composta de tres ndus.

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Stephens, pag. Francisco 4 por fr. Fernando da Soledade, vol. Afonso de Albuquerque estabeleceu uma feitoria ecu Coulao hoje Quilou , que foi a terceira no oriente, nfio contando com a de Calicut, que durou um s6 dia. Foi a primeira fortaleza que Portugal possuiu nestas parageus 2. Depois da partida de Francisco e Afonso de Albu- querque a guerra acenden-se de novo 0 Samorim enviou contra o rajd. De facto, o comdrcio, a conquista e a propagagao da religiao crista constituiram o grandioso piano que Portugal pds em execugao no oriente.

Os mercadores europeus estavam livres dos vexames que sofriam dos mogulmanos no Egipto e na Siria e do monopdlio dos venezianos. Manoel, e, em , determinow estabelecer na India um seu represen- tante, que governasse de perto todos os portugueses, combateutes ou nSo combatentes, que andassem por estas longes terras; e para esse elevado cargo nomeou D.

Como, entretanto, tivesse recebido embaixa- dores do reide Onor e propostas de amizade de outros ' A ilha de Angediva fica sitnada ao sul de Goa, na latit. Figure no roteiro da primeira viagern de Vasco da Gama 4 India. Superfi- cie. Daqtii na- vegou para Oananor, ondc, obtkla a permiss'io do so- berano, construiu uma fortaleza e, a 22 de outubro, assumiu o titulo de vice-rei. No emtanto os niugulmanos de Dabui, aproveitan- do a ausencia do vice-rei, cercaram Fortaleza em e bateram a furtaleza de Angediva, Angediva cnjos defensnrcs lutaratn heroica- mente por rauitos dias.

Em 18 de inarqo de 1. Francis- co, porAm que era urn insigne almirante, ordenou tiio hAbeis e audaciosas manobras, que surpreendeu 35 essa grossa coluna de navios no meio do seu raovi- mento e varejon-a com a artilharia. Esta estrondosa vitdria, ganha por I. Francisco, on, segundo ontros, isoladamente por D. Loureuqo, espalhou terror por todo o llindosttlo e adquiiriu para os portugueses a famade invenciveis.

Em D.

K, pouco depois de voltar desta arriscada em prusa, foi morto na barra de Chaiil, combatendo contra a forraidAvel esquadra de Mir Hussein, enviada pelo Sultlo do Egito e auxiliada pela de Melik-yaz, senlior de Diu, os quais, devora- dos pelo chime comercial, haviam jurado expulsar da India os portugueses. Francisco re- cuson entregar-lhe o poder, em quanto nao vingasse a morte de seu lilho, pots quern n frangdo comeu, dizia ele, referindo-se a morte de D.

Lourenjo, hade comer o galo ou pagd-Io] e, partindo com toda a armada do Estado para curaprir este desejo, reduziu a opulenta e populosa cidade de Dabul a uin raontao de ruinas e cinzas, e destroqou totalinente as armadas cotnbinadas de Mir- Hussein, de Melik-yaz e do Samorim de Ca- licut, que encontron no pOrto de Diu 2 de r eve- reiro de Mas, ainda depois desta vitdria, com que esraagou os seus inimigos, insistiu em con- servar o governo da India, que, alias, Ihe era pesado, e ate mandou o seu sucessor preso para a fortaleza de Cananor!

Foi preciso que, em outubro do referido ano, che- 36 gasse de Lisboa a Oochitn D. Dura lado, tres capitaes, que, coin seus navios, ha- viam fugido de Afonso de Albuquerque na carnpanha de Ormuz, receosos do seu genio severo, instigavam o vice-rei, iraerso na dor pela perda do fillio querido, a que lhe nao entregasse o goveruo ; e, doutro lado, os apaniguados de Albuquerque insistiam com Aste para que o reclamasse.

Fran- cisco, vulto, alids, cavalheiroso e sinipdtico, que sein- pre dera provas da aobreza dos seus sentimentos e da elevagao do seu espirito. Francisco goveruou quatro anos com fina tslctica e sem outro pensamento politico que Politics o de adquirir e sustentar o exclusivo eomercial do comercio raaritirao, para onde dirigiu todo o seu esforgo. Persua- dido coino estava de que era bastante dorainar o mar para ter sujeita a terra, liraitou a sua ambigao a edi- ficar feitorias no litoral para a comodidade das carre- gaqfies e nao quis conquistas nera pragas fortes na India, a ponto de mandar urn dia desfazer por indtil a fortaleza de Angediva.

De regresso ao reino raorreu no Cabo de Boa Es- S eranga, vitim a de azagaias dos lmgros, a 1 de marqo e , tendo de idade 60 anos. Malaca e Ormuz. Afoi SO de Albuquerque 1. Francisco de Almeida nos tins de outubro de 1 Apartnndo-se da liulia da politica seguida pelo seu antecessor. Afonso de Albuquerque conccbeu. A instantes pedidos do marechal D. Fernando, que, confiado na sua bravura, pouco caso iizera dos pru- dentes avisos do Albuquerque.

Afonso de Albuquerque, tendo saido de Cochim com unia esquadra de 23 vdlas, tri- puladas por soldados, ia cami- nho de Ormuz para a conquistar, quando, cbegado a barra de Onor, recebeu a visitadum hindu, pornorae Timoja, sobera- no deste territorio, inimigo dos monros e amigo dedi- cado dos portugueses. Albuquerque, que procurava na costa do Malabar um ponto central pars a capital do iraperio planeado, e j 4 tinha lanjado suas vistas para a cidade do Goa, iuduzido pelos eonselhos de Timoja, que se compro- metia a ajuda-lo na empresa com suas tropas, facil- mente resolveu tomar esta cidade.

O governo maometano, opressivo e tiranico cotno era, tinha-se feito odioso aos habitantes: nem Gstes eram capazes duma acjfio uuida contra qualquer invasor pelo motivo da diver- sidade de crenjas e rajas. Antdnio de Noronha, seu sobrinho, tendo desem- barcado com alguraa gente, atacou e tomou o castelo de Pangim hoje palAcio do governo , desbaratando oa defensores, que lhe opuserarn fraca resisteneia. Albuquerque, feito, quasi pacificamente, senhor da sua ambicionada capital, tratou os habitantes cora a mAxiraa moderagao e clemencia, e, por meio dum pre- gSo, langado em lingua vernsicula, garantin-lhes a com- J leta seguranga pessoal e da propriedade, dos sens ireitos e privileges, prometendo justiga e protecgao igual para todos os que, dai para o diante, fossem sdbditos de rei de Portugal.

As provincias de Salsete e BardSs entregaram-se, tambdm pacificamente, a Albuquerque, que as arren- dou a Timqja, obrigaudo-se ciste a pag. Emquanto Albuquerque estava, por ostes meios, conciliando o povo e lirmaDdo a sua autoridade em Goa, Adil-Shdli reuniu uma esmagadora forga de 60, homens e, ajudado secretamente pclos rnugul- manos da localidade, que, arrependidos da sua preci- pitada eutrega, suspiravam pela antiga dominagiio, vein cercar a cidade, tres meses depois de tomada pe- Ios portugueses.

Ap6s urra curta e improficua resisteneia, Albu- querque viu-se obrigado a abandonar a sua preciosa acquisigao e recol! Como o tempo proceloso inlo consentia a frota largar o porto, resolveu Albuquerque perma never ancorado, durante o inverno, del'ronte da fortaleza de Pangim, onde os portugueses tiveram de sofrer terriveis privagoes e extrema roiseria por falta tie provisoes, ehegnndo a comer ratos e couio, como os antigos romanos encer- rados no Oapitdlio, Contudo, Albuquerque nao perdeu a eoragein e.

Na sua viagem rece- beu um inesperado reforvo, vindo de Portugal em 10 navios, e a agradsivel noticia. Em oonseqiieneia disto, partiu para Cauanor c, feitos os preparativos necessdrios, com uma grande armada de 28 navios, tripulada por 1. Recebido o sen projecto com grande aplanso e eu- tusiasrao, ainda por aqueles que a principio the eram adversos, Albuquerque deu as instrufoes precisas para um bem planeado ataque a cidade, e, a 24 de noverabro, a frota, entrando no porto de Goa com as bandeiras desfraldadas e a toque de trotu betas, fun- deou imponente defrotite do vale de Banguinim.

Era bem escolhido o memento para o assalto. A defeza da cidade liavia sido conliada ao seu governador Rasul- Khan, quo tinlia debaixo de si a torqa de 4, solda- dos na cidade e mais 4, nos arrabaldes. No dia 25 de novembro segunda-feira, dia de S. Apds um porliado combate, subiratn alguns as muralbas e plantaram sobre elas a bandeira das quinas. Afonso de Albuquerque assistiu ao casamento dutnit lilha do l'aja de Garsopa com Timoja. A India cut 42 abrir a porta com valentes esforgos, penetraram na cidade no meio de vibrantes gritos levantados era honra de S.

Dentro da cidade a batalha foi sangrenta. Os mu- gulmanos investiram com valor e desespDro ; os por- tugueses guerrearam com redobrado vigor e, a custa de sangue e heroismos, venceram. Os vencedores perderam apenas 40 ho- mens, ficando feridos. Domingos de Sousa entoou solenemente a sua oraffdo Te Deurn. Era seguida, Albuquerque abraqou comovido os seus capi tiles, louvou-os. Fo- ram mortos mais de 6 mil, sem diferenga do sexo oem da idade! Ao depois, deu-se ao cuidado de reparar e aumen- tar as fortificaqoes ; embelezou a cidade com a erec- qao de vdrios edificios; levantou uma capela em honra de S.

Sus- eitaratr-se logo competdncias e inelindres; motive porque o glo- rioso heroi mandou gravar apeuas estas aigniticativas paluvras. Enquantn, por6m, Albuquerque expugnava Malaca, a ilba de Goa se contorcia numa crise assustadora. Manoel, em Pangim. A sua expediqilo para a costa ocidental nao foi tflo feliz. Ksta fortaleza dnrou ate A iutriga, que trabalhava na corte, havia con- snrnado a sua obra. Foratn os primeiros sintomas que se manifestaram da nossa decadencia. Entretanto a armada do Egipto, que fora derrotada no tempo de D. Francisco de Almeida, e que, com a morte de Albuquerque, ganlidra forgas e atrevimento, artelhada com mais de canhoes, saiu de Suez, sob o comando de Bas-Suleiman, para atacar as pos- sesses portuguesas.

Lopo Soares, em fevereiro de fi, foi em pessoa procurd-la no Mar Vermelho, e, por tal forma a perseguiu e aperton, que, nao podendo destruil-a. Na ausencia do governador, porem, deu-se em Goa um episodic vergonhoso. Guterres, nao podendo couseguir a entrega do hotniziado. Tndignado por esta traigao. Guterres, para vingar a 0 Cargo naqnela epoea inaportante c imediato ao do goverua- dor on vice-rei.

Aleixo de Xlenezes, que fez levantar o cerco e a reputable das armas portu- guesas. Manoel, fnndava era cora- pensapilo uraa outra era Chaul. Continnavara assira os portngueses a ampliar as raiasdo seu imperio, sera calendar os inconvenientes de se espalharem as tropas, para snstentar estabeleci- raentos t. E esses inconveuientes apa- receratn logo. A Fortaleza de Conlito foi sitiada pelos indigenas sublevados, e o governo de loa, pedidopara socorrer, nao pode enviar-llie senao uni refor- Assalto As go de 25 liomens para coadjnvar fortalezas 0R 3 q Ue se achavam era defesa daquela prapa!

Caso igual repetiu-se era Ceilfio. Vinte mil habi- tant. Foi 0 caso. Rui dc Melo agradeceu-llie o favor e. Sob o pretexto de que eram roubadas as rcndas desse Estado tributario, os portiigueses, sogundo a determinagao do rei I. Manuel loam pag. Scguudo Joao dc Ltarros, Dee. Xarafo era ini- migo figadal dos portugueses, porque desejava read- quirir e exercer, era noinc do rei o poderio que Afon- so de Albuquerque llic havia tirado e os portugueses Ihe niio consentiam.

A esse tempo comegara a goveruar a India D. Dnarte d8 l 01 8Z0S — 24 , cuja admiuistragao foi lima ram- pa de vergonha, por unde foi rolando o uosso imperio. Duarte, avisado da ocorrencia de Ormuz, mandou logo seu irmfio, l. Luis de Menezcs, com uma. Luis de Menezes, segundo o espirito pouco es- crupuloso do seculo, tratou de estabelecer inteligen- cias secretas com o rei de Ormuz para se desfazer de Xarafo pelo assassinio.

Xarafo presentiu a combina- gfto e antecipou-se. Ketirando-se D. Luis para a India, os portugueses que estavam em Ormuz, para se verem livres de Xarafo, que cootinuava a embaragar a conclusao das negociagoes, julgaram iudispensavel mata-lo, e um homem, chamado Rais Xemesim, se encarregou de por em execugao este projecto; Xarafo escondeu-se longe da ilha, ate que, seudo descoberto, foi preso e ficou esperando a deteruiinagao do governador, quo, breve, chegaria a Ormuz. Apenas se realizou a prisfio deste cmnipotente miuistro, o novo rei da cidade, que ralia urn faDtasma, apressou-se a fazer as pazes.

Em h evereiro de , chegou D. Duarte D. Duarte encoutrara algum repasto na grande riqucza de Xarafo. Luis de Menezes, um dia, langou em rosto ao irmao esse seu igndbil pocedi- rnento, dizendo ser indigno dum representante da pessoa real andar fazeodo oficio de pirata. Duar- te accitou a repreensiio, mas niio se corrigiu.

TENTE NÃO RIR - O SALTO DA LOUCA

Entretanto, um capituo maudado por Adil-Xa vciu pela parte de Ponda, com mais de 5 mil ho- meus, atacar as tauadarias, que Ruy de Melo admiuistrava e, por dois dias, cercou o tauadar-mdr Fernao Perda das tanadarias Anes do Souto-Maior num ternplo de Mardol em Verna de Salsete , que tinlia a forma duma fortaleza. Fernao Anes, apenas livre do cer- co pela presenga do socorro levado por Antonio Cor- reia, travou um ligeiro combate, em que os mouros perderam mais gente do que os nossos, mas levaram as tanadarias; pois, o governador nfio tratou de recu- pera-las, pelo pretexto de nao quebrar as pazes que tinhamos com o Adil-Xa.

A fortaleza foi edificada em paz, sendo a undeci- raa que tiveram os portugueses na Asia. A Ana trabalha num banco. A Ana Trabalha nos correios. Question 4 of 26 4. Question 5 of 26 5. Question 6 of 26 6. A que horas se levantam a Ana e o Marco? Question 7 of 26 7. O que fazem os pais quando se levantam? Quando se levantam os pais abrem a janela. Quando se levantam os pais tomam um duche. Question 8 of 26 8. Os pais e o Filipe comem ovos e bebem sumo de tomate. Question 9 of 26 9. Question 10 of 26 Question 11 of 26 Question 12 of 26 Que saladas prefere a Ana? Question 13 of 26 Porque gosta muito de salada.

Question 14 of 26 Question 15 of 26 Question 16 of 26 Encomendaram uma pizza. Porque o marido fez-lhe uma surpresa,. Levou-a a jantar fora e foram ao cinema. Question 17 of 26 Question 18 of 26 Como o dia estava lindo iam todos ao jardim. Question 19 of 26 Question 20 of 26 Archived from the original on September 24, Archived from the original on April 29, Archived from the original on March 16, Na Telinha.

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Reading strategies and the fictional narrative: conditions for comprehension

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